Presidente desembarcou em Curitiba na noite de sexta-feira
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou às 20h15 desta sexta-feira (15) ao velório da médica e sanitarista Zilda Arns, no Palácio das Araucárias, em Curitiba. Com a chegada do presidente, o acesso ao palácio, sede do governo paranaense, está restrito aos familiares, amigos e jornalistas.
O caixão de Zilda Arns está coberto com uma bandeira do Brasil e vai ficar fechado durante todo o velório. Muitas pessoas ainda aguardam para se despedir e render a última homenagem à fundadora da Pastoral da Criança. Zilda Arns é uma das vítimas do terremoto que devastou o Haiti na noite de terça-feira (12).
O funeral de Zilda Arns será encerrado com uma missa de corpo presente, a ser realizada neste sábado (16), às 14 horas, no Palácio das Araucárias, local do velório. A missa será exibida em telões na praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico, e terá transmissão pela TV Educativa. Depois disso, o corpo será levado para o cemitério da Água Verde, em Curitiba, para o sepultamento. A cerimônia do enterro será restrita aos familiares.
http://www.bemparana.com.br/
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Requião vai pedir a Lula a indicação de Zilda Arns ao prêmio Nobel da Paz
O governador Roberto Requião disse nesta sexta-feira (15) que o Brasil não pode esquecer o exemplo deixado por Zilda Arns em seu trabalho à frente da Pastoral da Criança. Para isso, ele irá sugerir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação de Zilda ao prêmio Nobel da Paz.
“A vida de Zilda Arns foi um exemplo de militância em favor da vida. Como fundadora da Pastoral da Criança, ela salvou milhares de vidas”, disse Requião, ao deixar o velório que está sendo realizado no Palácio das Araucárias, sede do Governo do Paraná. Acompanhado do presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB), e do deputado federal José Aníbal (PSDB/SP), o governador passou cerca de 30 minutos no velório.
Requião também irá pedir ao presidente que se institua um prêmio com o nome da fundadora da Pastoral da Criança para homenagear cidadãos e instituições que se destaquem no combate à mortalidade infantil. “Minha ideia é que essa homenagem simbolize o a presença e o testemunho cristão de Zilda na Pastoral da Criança”, explicou o governador.
“Zilda Arns foi um exemplo não só para o Brasil, mas para o mundo todo. Ela veio ao mundo para servir de exemplo. Sua trágica morte nos deixa um exemplo de respeito, por ela e pela atuação que teve ao longo de sua vida. Era despojada de vaidades, voltada às causas sociais”, falou Michel Temer.
No início da tarde, o arcebispo primaz do Brasil, Dom Geraldo Majela Agnello, celebra um culto com participação restrita aos familiares. Em seguida, o velório volta a ser aberto à população.
Zilda Arns Neumann, médica pediatra e fundadora da Pastoral da Criança, morreu as 75 anos vítima do terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira (12). Ela estava na capital, Porto Príncipe, onde fazia palestra sobre o trabalho da Pastoral da Criança.
No sábado (16), Dom Geraldo Majela Agnello irá celebrar uma missa de corpo presente, com participação restrita a familiares. A cerimônia começa às 14 horas será transmitida ao vivo pela TV Paraná Educativa. O corpo de Zilda Arns será enterrado no Cemitério Municipal da Água Verde – a cerimônia também será restrita aos familiares. http://www.cidadao.pr.gov.br/
“A vida de Zilda Arns foi um exemplo de militância em favor da vida. Como fundadora da Pastoral da Criança, ela salvou milhares de vidas”, disse Requião, ao deixar o velório que está sendo realizado no Palácio das Araucárias, sede do Governo do Paraná. Acompanhado do presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB), e do deputado federal José Aníbal (PSDB/SP), o governador passou cerca de 30 minutos no velório.
Requião também irá pedir ao presidente que se institua um prêmio com o nome da fundadora da Pastoral da Criança para homenagear cidadãos e instituições que se destaquem no combate à mortalidade infantil. “Minha ideia é que essa homenagem simbolize o a presença e o testemunho cristão de Zilda na Pastoral da Criança”, explicou o governador.
“Zilda Arns foi um exemplo não só para o Brasil, mas para o mundo todo. Ela veio ao mundo para servir de exemplo. Sua trágica morte nos deixa um exemplo de respeito, por ela e pela atuação que teve ao longo de sua vida. Era despojada de vaidades, voltada às causas sociais”, falou Michel Temer.
No início da tarde, o arcebispo primaz do Brasil, Dom Geraldo Majela Agnello, celebra um culto com participação restrita aos familiares. Em seguida, o velório volta a ser aberto à população.
Zilda Arns Neumann, médica pediatra e fundadora da Pastoral da Criança, morreu as 75 anos vítima do terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira (12). Ela estava na capital, Porto Príncipe, onde fazia palestra sobre o trabalho da Pastoral da Criança.
No sábado (16), Dom Geraldo Majela Agnello irá celebrar uma missa de corpo presente, com participação restrita a familiares. A cerimônia começa às 14 horas será transmitida ao vivo pela TV Paraná Educativa. O corpo de Zilda Arns será enterrado no Cemitério Municipal da Água Verde – a cerimônia também será restrita aos familiares. http://www.cidadao.pr.gov.br/
Fila no velório de Zilda Arns reúne cerca de 500 pessoas
Por Anne Warth, Agencia Estado, Atualizado: 15/1/2010 15:05
Mais de 500 pessoas formam uma fila em frente ao Palácio das Araucárias, sede do governo do Paraná, em Curitiba, para acompanhar o velório da médica Zilda Arns, morta no terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira. Por volta das 15 horas, dom Geraldo Majella Agnelo, cardeal primaz do Brasil, arcebispo de Salvador e cofundador da Pastoral da Criança, celebrava missa com a presença de cerca de 300 pessoas no Palácio. A visitação foi interrompida durante a missa, que já durava cerca de 1h30.
Médica pediatra e sanitarista, Zilda Arns foi fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. Irmã do cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns, ela dedicou sua vida a trabalhos de solidariedade e ao combate à desnutrição infantil. Em 1983, a pedido do irmão, fundou a Pastoral, entidade que tem apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e atua em 27 países. Também estava envolvida na coordenação da Pastoral da Pessoa Idosa.
Zilda nasceu em Forquilhinha (SC), era viúva e deixa quatro filhos; Rubens, Nelson, Rogério e Heloísa. Ela será enterrada no Cemitério da Água Verde, em Curitiba, ao lado de seu marido, Aloysio Bruno Neumann, falecido em 1978, e de uma filha que perdeu dias após o parto. No Haiti, Zilda participava da Conferência dos Religiosos e acompanhava o início dos trabalhos da Pastoral da Criança no país caribenho.
Sua atuação rendeu diversos prêmios e homenagens no Brasil e no mundo. Ela foi a indicada oficial do governo brasileiro ao Prêmio Nobel da Paz quatro vezes: em 2001, 2002, 2003 e 2005. Em janeiro de 2006, dentro da campanha "Mil Mulheres para a Paz", foi uma das indicadas ao Nobel junto com outras 999 mulheres de todo o mundo. Ontem, o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), sugeriu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o lançamento da candidatura póstuma de Zilda Arns ao Prêmio Nobel, caso seja possível. http://br.msn.com/
Mais de 500 pessoas formam uma fila em frente ao Palácio das Araucárias, sede do governo do Paraná, em Curitiba, para acompanhar o velório da médica Zilda Arns, morta no terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira. Por volta das 15 horas, dom Geraldo Majella Agnelo, cardeal primaz do Brasil, arcebispo de Salvador e cofundador da Pastoral da Criança, celebrava missa com a presença de cerca de 300 pessoas no Palácio. A visitação foi interrompida durante a missa, que já durava cerca de 1h30.
Médica pediatra e sanitarista, Zilda Arns foi fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. Irmã do cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns, ela dedicou sua vida a trabalhos de solidariedade e ao combate à desnutrição infantil. Em 1983, a pedido do irmão, fundou a Pastoral, entidade que tem apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e atua em 27 países. Também estava envolvida na coordenação da Pastoral da Pessoa Idosa.
Zilda nasceu em Forquilhinha (SC), era viúva e deixa quatro filhos; Rubens, Nelson, Rogério e Heloísa. Ela será enterrada no Cemitério da Água Verde, em Curitiba, ao lado de seu marido, Aloysio Bruno Neumann, falecido em 1978, e de uma filha que perdeu dias após o parto. No Haiti, Zilda participava da Conferência dos Religiosos e acompanhava o início dos trabalhos da Pastoral da Criança no país caribenho.
Sua atuação rendeu diversos prêmios e homenagens no Brasil e no mundo. Ela foi a indicada oficial do governo brasileiro ao Prêmio Nobel da Paz quatro vezes: em 2001, 2002, 2003 e 2005. Em janeiro de 2006, dentro da campanha "Mil Mulheres para a Paz", foi uma das indicadas ao Nobel junto com outras 999 mulheres de todo o mundo. Ontem, o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), sugeriu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o lançamento da candidatura póstuma de Zilda Arns ao Prêmio Nobel, caso seja possível. http://br.msn.com/
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Nota sobre a morte da Dra.Zilda
O Senador Flávio Arns informou de Porto Príncipe, Haiti, que o corpo da Dra. Zilda está na base do Exército brasileiro naquele país. A liberação e transferência do corpo para o Brasil está dependendo de um documento, que está sendo providenciado pela família. Ele relatou as circunstâncias da morte da Dra. Zilda: “A Dra. Zilda estava em uma igreja, onde proferiu uma palestra para cerca de 150 pessoas. Ela já tinha acabado seu discurso e estava conversando com um sacerdote, que queria mais informações sobre o trabalho da Pastoral da Criança. De repente, começou o tremor. O padre que estava conversando com ela, deu um passo para o lado e a Dra. Zilda recuou um passo e foi atingida diretamente na cabeça, quando o teto desabou. Ela morreu na hora.
A Dra. Zilda não ficou soterrada. O resto do corpo não sofreu ferimentos, somente a cabeça foi atingida. O sacerdote que conversava com ela sobreviveu. Já outros quinze sacerdotes que estavam próximos a ela faleceram”. http://www.pastoraldacrianca.org.br/
A Dra. Zilda não ficou soterrada. O resto do corpo não sofreu ferimentos, somente a cabeça foi atingida. O sacerdote que conversava com ela sobreviveu. Já outros quinze sacerdotes que estavam próximos a ela faleceram”. http://www.pastoraldacrianca.org.br/
Representantes de vários países confirmam presença no enterro
Ainda não há confirmação do horário da chegada do corpo ao Brasil
Integrantes de uma empresa especializada em cerimonial estão na sede da Pastoral da Criança, em Curitiba, reunidos com a coordenação local e com familiares de Zilda Arns, acertando os últimos detalhes sobre o velório e o enterro da médica e sanitarista que morreu na última terça-feira (12), aos 75 anos, no terremoto que atingiu o Haiti.
O velório será realizado no Palácio das Araucárias. O coordenador nacional adjunto da Pastoral da Criança, Nelson Arns, filho de Zilda, disse que várias autoridades do Brasil e de outros países estão entrando em contato para confirmar presença no enterro, que será realizado no Cemitério Água Verde, em Curitiba.
Todas as informações sobre a cerimônia e dados detalhados da pastoral, viagens, biografia, mensagens de condolências estão sendo postados no site da pastoral http://www.pastoraldacrianca.org.br/.
De acordo com a assessoria, houve congestionamento ontem (13) no acesso à página na internet, o que acarretou problemas técnicos que só foram resolvidos hoje de manhã. Nesse período, quem tentou acessar foi direcionado para uma página disponibilizada pela pastoral apenas com informações a respeito da morte de Zilda Arns.
Ainda não há confirmação oficial do horário da chegada do corpo ao Brasil, a expectativa é de que ocorra ainda hoje. Nélson Arns disse que conhecendo bem a mãe, tem certeza de que ela preferiria que neste momento fosse dada toda a prioridade ao resgate dos sobreviventes e à assistência às vítimas.
Zilda Arns morreu quando desabou a escola onde fazia palestra para padres e seminaristas, que tinham a intenção de abrir suas igrejas para receber o trabalho da pastoral. A palestra era dirigida às conferências nacionais dos religiosos do Caribe. O desabamento ocorreu no momento do discurso. Em seguida, haveria um debate sobre as atividades da Pastoral da Criança e sua metodologia comunitária.
A missão da sanitarista no Haiti iria até amanhã (15). Ela estava acompanhada de uma assessora, a irmã Rosângela Maria Altoé, que já entrou em contato com a família, mas não deu muitos detalhes sobre seu estado de saúde, informando apenas que estava bem.
Na agenda de Zilda - fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança Internacional - ainda constava uma série de compromissos e encontros com autoridades da Igreja do Haiti. http://www.bemparana.com.br/
Integrantes de uma empresa especializada em cerimonial estão na sede da Pastoral da Criança, em Curitiba, reunidos com a coordenação local e com familiares de Zilda Arns, acertando os últimos detalhes sobre o velório e o enterro da médica e sanitarista que morreu na última terça-feira (12), aos 75 anos, no terremoto que atingiu o Haiti.
O velório será realizado no Palácio das Araucárias. O coordenador nacional adjunto da Pastoral da Criança, Nelson Arns, filho de Zilda, disse que várias autoridades do Brasil e de outros países estão entrando em contato para confirmar presença no enterro, que será realizado no Cemitério Água Verde, em Curitiba.
Todas as informações sobre a cerimônia e dados detalhados da pastoral, viagens, biografia, mensagens de condolências estão sendo postados no site da pastoral http://www.pastoraldacrianca.org.br/.
De acordo com a assessoria, houve congestionamento ontem (13) no acesso à página na internet, o que acarretou problemas técnicos que só foram resolvidos hoje de manhã. Nesse período, quem tentou acessar foi direcionado para uma página disponibilizada pela pastoral apenas com informações a respeito da morte de Zilda Arns.
Ainda não há confirmação oficial do horário da chegada do corpo ao Brasil, a expectativa é de que ocorra ainda hoje. Nélson Arns disse que conhecendo bem a mãe, tem certeza de que ela preferiria que neste momento fosse dada toda a prioridade ao resgate dos sobreviventes e à assistência às vítimas.
Zilda Arns morreu quando desabou a escola onde fazia palestra para padres e seminaristas, que tinham a intenção de abrir suas igrejas para receber o trabalho da pastoral. A palestra era dirigida às conferências nacionais dos religiosos do Caribe. O desabamento ocorreu no momento do discurso. Em seguida, haveria um debate sobre as atividades da Pastoral da Criança e sua metodologia comunitária.
A missão da sanitarista no Haiti iria até amanhã (15). Ela estava acompanhada de uma assessora, a irmã Rosângela Maria Altoé, que já entrou em contato com a família, mas não deu muitos detalhes sobre seu estado de saúde, informando apenas que estava bem.
Na agenda de Zilda - fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança Internacional - ainda constava uma série de compromissos e encontros com autoridades da Igreja do Haiti. http://www.bemparana.com.br/
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Corpo de Zilda Arns será enterrado no cemitério Água Verde
Mulher do embaixador do Brasil no Haiti localizou o corpo de Zilda Arns
O corpo da coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, já está com os militares brasileiros em Porto Príncipe, no Haiti. Ela deve ser trazida ao Brasil para ser velada na sede da Pastoral da Criança, que fica no bairro Mercês, em Curitiba, para depois ser enterrada no cemitério Água Verde, onde se encontra o túmulo de seu falecido marido. As informações são de seu filho Nelson Arns, coordenador nacional adjunto da Pastoral da Criança, em entrevista para a rádio CBN.
Zilda Arns tinha 75 anos e fundou a Pastoral da Criança (foto: ABr
Ainda não há informações sobre data ou horário que o corpo de Zilda chega na capital paranaense. "De acordo com as últimas notícias que recebemos, o corpo já está com o Exército brasileiro. O Ministério das Relações Exteriores cedeu um avião para trazer o corpo ao Brasil e a previsão é que chegue nas próximas 24 horas”, disse Nelson.
A embaixatriz Roseana Teresa Aben-Athar, mulher do embaixador do Brasil no Hati, foi quem encontrou o corpo de Zilda Arns, no Haiti. A embaixatriz localizou o corpo na manhã de hoje (13) soterrado entre escombros de um prédio onde funcionava um serviço de ajuda humanitária.
Roseana é mulher do embaixador Igor Kipman, que estava em Brasília no momento em que ocorreu o terremoto de ontem no Haiti. Do Brasil, Kipman participou das primeiras reuniões que definiram as ações emergenciais de apoio e ajuda humanitária no país vizinho.
Ontem, Arns teria deixado a embaixada em companhia de um militar e da assessora e ido até o prédio que desabou. Com o terromoto, uma laje do edifício caiu e atingiu a coordenadora da Pastoral da Criança. Ela não resistiu e morreu.
O motivo da viagem de Arns foi encontro missionário no último final de semana. Ela foi ver de perto as atividades ligadas às ações sobre o combate de desnutrição no país e estava hospedada na sede episcopal de Porto Príncipe. http://www.bemparana.com.br/
O corpo da coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, já está com os militares brasileiros em Porto Príncipe, no Haiti. Ela deve ser trazida ao Brasil para ser velada na sede da Pastoral da Criança, que fica no bairro Mercês, em Curitiba, para depois ser enterrada no cemitério Água Verde, onde se encontra o túmulo de seu falecido marido. As informações são de seu filho Nelson Arns, coordenador nacional adjunto da Pastoral da Criança, em entrevista para a rádio CBN.
Zilda Arns tinha 75 anos e fundou a Pastoral da Criança (foto: ABr
Ainda não há informações sobre data ou horário que o corpo de Zilda chega na capital paranaense. "De acordo com as últimas notícias que recebemos, o corpo já está com o Exército brasileiro. O Ministério das Relações Exteriores cedeu um avião para trazer o corpo ao Brasil e a previsão é que chegue nas próximas 24 horas”, disse Nelson.
A embaixatriz Roseana Teresa Aben-Athar, mulher do embaixador do Brasil no Hati, foi quem encontrou o corpo de Zilda Arns, no Haiti. A embaixatriz localizou o corpo na manhã de hoje (13) soterrado entre escombros de um prédio onde funcionava um serviço de ajuda humanitária.
Roseana é mulher do embaixador Igor Kipman, que estava em Brasília no momento em que ocorreu o terremoto de ontem no Haiti. Do Brasil, Kipman participou das primeiras reuniões que definiram as ações emergenciais de apoio e ajuda humanitária no país vizinho.
Ontem, Arns teria deixado a embaixada em companhia de um militar e da assessora e ido até o prédio que desabou. Com o terromoto, uma laje do edifício caiu e atingiu a coordenadora da Pastoral da Criança. Ela não resistiu e morreu.
O motivo da viagem de Arns foi encontro missionário no último final de semana. Ela foi ver de perto as atividades ligadas às ações sobre o combate de desnutrição no país e estava hospedada na sede episcopal de Porto Príncipe. http://www.bemparana.com.br/
Zilda Arns morre em terremoto no Haiti
A médica sanitarista Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, morreu no terremoto do Haiti. A informação foi confirmada pelo gabinete do sobrinho de Zilda Arns, o senador Flávio José Arns, na manhã desta quarta-feira.
Irmã do cardeal-arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, Zilda estava no Haiti como parte de uma série de visitas a países da região e teria morrido após escombros caírem sobre ela enquanto caminhava pelas ruas de Porto Príncipe, capital do Haiti. Zilda estava acompanhada de um membro do Exército brasileiro – que não foi identificado – e teria morrido imediatamente.
Segundo informações do gabinete, a médica, que tinha 75 anos, chegou ao Haiti na segunda-feira e realizaria hoje, às 10h, uma palestra sobre a Pastoral da Criança na Conferência Nacional dos Religiosos do Caribe. Na quinta-feira, teria um encontro com representantes de ONGs. A viagem de volta ao Brasil estava prevista para sexta-feira.
Em 27 anos de trabalho, a Pastoral conta com a ajuda de mais de 260 mil voluntários e atende quase 2 milhões de gestantes e crianças menores de seis anos e 1,4 milhão de famílias pobres, em 4.063 municípios brasileiros. Dom Paulo Evaristo Arns foi avisado da morte da irmã por telefone pelo chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho. "Ela morreu de uma maneira muito bonita, morreu na causa que sempre acreditou", comentou o cardeal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também lamentou a morte de Zilda Arns, segundo o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim. "O presidente estava absolutamente chocado, lamentou muito. (Zilda) é uma pessoa de grande projeção no País", afirmou Amorim.
AE
Perfil
Nascida em 25 de agosto de 1934, em Forquilhinha (Santa Catarina), Zilda Arns Neumann, era médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Zilda também era representante titular da CNBB, do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
Ela morava em Curitiba, no Paraná, e deixa cinco filhos e dez netos. Escolheu a medicina como missão e enveredou pelos caminhos da saúde pública. Sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças Cezar Pernetta, em Curitiba, e posteriormente como diretora de Saúde Materno-Infantil, da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, teve como suporte teórico diversas especializações como Saúde Pública, pela Universidade de São Paulo (USP) e Administração de Programas de Saúde Materno-Infantil, pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS).
Sua experiência fez com que, em 1980, fosse convidada a coordenar a campanha de vacinação Sabin para combater a primeira epidemia de poliomielite, que começou em União da Vitória (PR), criando um método
próprio, depois adotado pelo Ministério da Saúde.
Em 1983, a pedido da CNBB, a Zilda Arns criou a Pastoral da Criança juntamente com Dom Geraldo Majela Agnello, Cardeal Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia, que na época era Arcebispo de Londrina.
Em 2004, Zilda Arns recebeu da CNBB outra missão semelhante, fundar, organizar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de 129 mil idosos são acompanhados todos os meses por 14 mil voluntários.
Pelo seu trabalho na área social, Zilda Arns recebeu condecorações tais como: Woodrow Wilson, da Woodrow Wilson Fundation, em 2007; o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), pelo inovador programa de saúde pública que ajuda a milhares de famílias carentes, em 2006; Heroína da Saúde Pública das Américas (OPAS/2002); Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (Unicef/1988); Prêmio Humanitário (Lions Club Internacional/1997); entre outros prêmios.
(*colaborou Camila Nascimento, iG São Paulo) http://ultimosegundo.ig.com.br/
Irmã do cardeal-arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, Zilda estava no Haiti como parte de uma série de visitas a países da região e teria morrido após escombros caírem sobre ela enquanto caminhava pelas ruas de Porto Príncipe, capital do Haiti. Zilda estava acompanhada de um membro do Exército brasileiro – que não foi identificado – e teria morrido imediatamente.
Segundo informações do gabinete, a médica, que tinha 75 anos, chegou ao Haiti na segunda-feira e realizaria hoje, às 10h, uma palestra sobre a Pastoral da Criança na Conferência Nacional dos Religiosos do Caribe. Na quinta-feira, teria um encontro com representantes de ONGs. A viagem de volta ao Brasil estava prevista para sexta-feira.
Em 27 anos de trabalho, a Pastoral conta com a ajuda de mais de 260 mil voluntários e atende quase 2 milhões de gestantes e crianças menores de seis anos e 1,4 milhão de famílias pobres, em 4.063 municípios brasileiros. Dom Paulo Evaristo Arns foi avisado da morte da irmã por telefone pelo chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho. "Ela morreu de uma maneira muito bonita, morreu na causa que sempre acreditou", comentou o cardeal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também lamentou a morte de Zilda Arns, segundo o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim. "O presidente estava absolutamente chocado, lamentou muito. (Zilda) é uma pessoa de grande projeção no País", afirmou Amorim.
AE
Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, morre aos 75 anos
Perfil
Nascida em 25 de agosto de 1934, em Forquilhinha (Santa Catarina), Zilda Arns Neumann, era médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Zilda também era representante titular da CNBB, do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
Ela morava em Curitiba, no Paraná, e deixa cinco filhos e dez netos. Escolheu a medicina como missão e enveredou pelos caminhos da saúde pública. Sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças Cezar Pernetta, em Curitiba, e posteriormente como diretora de Saúde Materno-Infantil, da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, teve como suporte teórico diversas especializações como Saúde Pública, pela Universidade de São Paulo (USP) e Administração de Programas de Saúde Materno-Infantil, pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS).
Sua experiência fez com que, em 1980, fosse convidada a coordenar a campanha de vacinação Sabin para combater a primeira epidemia de poliomielite, que começou em União da Vitória (PR), criando um método
próprio, depois adotado pelo Ministério da Saúde.
Em 1983, a pedido da CNBB, a Zilda Arns criou a Pastoral da Criança juntamente com Dom Geraldo Majela Agnello, Cardeal Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia, que na época era Arcebispo de Londrina.
Em 2004, Zilda Arns recebeu da CNBB outra missão semelhante, fundar, organizar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de 129 mil idosos são acompanhados todos os meses por 14 mil voluntários.
Pelo seu trabalho na área social, Zilda Arns recebeu condecorações tais como: Woodrow Wilson, da Woodrow Wilson Fundation, em 2007; o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), pelo inovador programa de saúde pública que ajuda a milhares de famílias carentes, em 2006; Heroína da Saúde Pública das Américas (OPAS/2002); Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (Unicef/1988); Prêmio Humanitário (Lions Club Internacional/1997); entre outros prêmios.
(*colaborou Camila Nascimento, iG São Paulo) http://ultimosegundo.ig.com.br/
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Revelações bombásticas de um livro de Foz do Iguaçu: Filha de Hitler morou em Foz até 2005*
(Série Foz Escreve)
O livro terá dois volumes e foi escrito por uma dupla de escritores de Foz do Iguaçu
O livro está terminado. Está em fase de registro e busca de uma editora. É um livro grande, pelo menos 1200 páginas. O tema do livro é a Segunda Guerra Mundial e os bastidores da cúpula do Führer, Adolfo Hitler ou Tio Adolfo. Conheça um pouco da trama:
Desde o início dos anos 70 viveu em Foz do Iguaçu uma mãe com sua filha. A mãe se chamava Nora Berthé Auguste Maria Friz. A filha, Nora Daisy Friz Kirschner von Kirschberg. O pai da Nora filha, se chamava Kurt Bruno von Kirschberg ou pelas iniciais KBK que empresta o nome ao livro cuja gestação em Foz está ternminando. Mãe e filha viveram em Foz do Iguaçu até a morte. A mãe, dizem, morreu em um incêndio em 1978 e a filha de morte natural em 2005*.
As duas se chamavam "condessas", eram de sangue real alemão, diziam, e haviam fugido da Alemanha logo após a guerra. O pai KBK nunca teria vindo a estas paragens. As duas vagabundavam em Foz do Iguaçu e eram conhecidas por serem mendigas, morarem acampadas e sobreviverem em extrema miséria.
Nos anos 70 e começo dos 80, jornalistas de Foz do Iguaçu como Chico de Alencar, Juvêncio Mazzarollo e Adelino de Souza entrevistaram e escreveram sobre ela. As duas eram conhecidas também por certos golpes a ponto da imprensa iguaçuense, de então, ter criado o 'Troféu Condessa Nora Daisy' para homenagear as maiores trapaças da cidade. Porém as duas mendigas de Foz do Iguaçu também foram entrevistadas por Pedro Bial e foram ao Programa Silvio Santos para serem entrevistadas. As duas foram recebidas até por Jaime Lerner quando era prefeito de Curitiba. Por quê? Por que tanto interesse nas duas?
Resposta: havia saído um boato de que as duas, de condessas, não tinham nada. A verdade é que as duas seriam Eva Braun, mulher de Adolf Hitler e sua filha que haviam chegado em Foz do Iguaçu. Por isso, elas foram tão entrevistadas. E negaram, todas a vezes que foram. Por isso e pouco a pouco a imprensa perdeu o interesse. Mas não algumas agências internacionais de investigação. Um americano chamado Payne que de vez enquando virava israelense - segundo o autor do livro que está no final da gestação, perseguia as duas há tempo. "Ele chegou a acampar próximo ao acampamento das duas" disse. Payne enviava relatórios constantes para o exterior afirmando que Eva Braun estava em Foz.
No final, a dupla de escritores iguaçuenses L.M.Franco e C.Lopes Pereira,ambos médicos, descobriu duas coisas: 1ª) todo mundo estava certo. 2ª) Todos erraram. Acertaram sobre Hitler. Erraram sobre Eva Braun.
A mulher que se chamava Nora Berthé era, conclui o livro, Magda Goebbels - mulher de Joseph Goebbels, guru da Propaganda de Hitler. A menina Dora, seria filha de um lance romântico com o führer em pessoa durante as olimpíadas de 1937. A menina Norinha era, oficialmente, uma das filhas do casal Goebbels. Seria Holdine Kathrin? A narração inclui o processo de busca e pesquisa do livro. Boa parte das informações vem de Nora Filha, baseado em anotações, desenhos dela e entrevistas durane dois anos. Os autores viajaram para o Paraguai e outras cidades do Paraná em busca de material e para checar informações da Nora filha. KBK, segundo o livro era Hitler. Ninguém desse grupo morreu na Alemanha depois da guerra. Como fugiram da Alemanha? Qual foi a trama? Qual das filhas de Magda Goebble estava com ela em Foz? Tudo isso está no livro. Como disse antes, a dupla busca editores e parceiros. Deixo aqui o meu e-mail (limajac@gmail.com) para quem desejar mais informações ou queiram se comunicar com os autores. Repassarei as correspondências aos escritores.
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