O Senador Roberto Requião (PMDB) ficou irritado com a pergunta de um repórter da Rádio Bandeirantes e tomou o gravador das mãos do jornalista, hoje a tarde, no Senado. O repórter havia perguntado sobre a aposentadoria que ele recebe como ex-governador do Paraná. Depois de pegar o aparelho, o jornalista afirma que Requião tentou apagar a gravação e tentou agredi-lo. O gravador foi recuperado pelo jornalista, mas estava sem o cartão de memória. O aparelho foi entregue no gabinete do senador. O jornalista tentou registrar uma queixa e não conseguiu, já que ainda não há um corregedor responsável por atender casos como esses no Senado. No Twitter, Requião disse: “Acabo de ficar com o gravador de um provocador engraçadinho. Numa boa, vou deletá-lo”, comentou o senador. http://blogdajoice.com/joice/
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Requião afana gravador e agride repórter em Brasília
O Senador Roberto Requião (PMDB) ficou irritado com a pergunta de um repórter da Rádio Bandeirantes e tomou o gravador das mãos do jornalista, hoje a tarde, no Senado. O repórter havia perguntado sobre a aposentadoria que ele recebe como ex-governador do Paraná. Depois de pegar o aparelho, o jornalista afirma que Requião tentou apagar a gravação e tentou agredi-lo. O gravador foi recuperado pelo jornalista, mas estava sem o cartão de memória. O aparelho foi entregue no gabinete do senador. O jornalista tentou registrar uma queixa e não conseguiu, já que ainda não há um corregedor responsável por atender casos como esses no Senado. No Twitter, Requião disse: “Acabo de ficar com o gravador de um provocador engraçadinho. Numa boa, vou deletá-lo”, comentou o senador. http://blogdajoice.com/joice/
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Sobre política e jardinagem
Por Rubem Alves
De todas as vocações, a política é a mais nobre. Vocação, do latim "vocare", quer dizer "chamado". Vocação é um chamado interior de amor: chamado de amor por um "fazer". No lugar desse "fazer" o vocacionado quer "fazer amor" com o mundo. Psicologia de amante: faria, mesmo que não ganhasse nada.
"Política" vem de "polis", cidade. A cidade era, para os gregos, um espaço seguro, ordenado e manso, onde os homens podiam se dedicar à busca da felicidade. O político seria aquele que cuidaria desse espaço. A vocação política, assim, estaria a serviço da felicidade dos os moradores da cidade.
Talvez por terem sido nômades no deserto, os hebreus não sonhavam com cidades; sonhavam com jardins. Quem mora no deserto sonha com oases. Deus não criou uma cidade. Ele criou um jardim. Se perguntássemos a um profeta hebreu "o que é política?", ele nos responderia, " a arte da jardinagem aplicada às coisas públicas".
O político por vocação é um apaixonado pelo grande jardim para todos. Seu amor é tão grande que ele abre mão do pequeno jardim que ele poderia plantar para si mesmo. De que vale um pequeno jardim se à sua volta está o deserto? É preciso que o deserto inteiro se transforme em jardim.
Amo a minha vocação, que é escrever. Literatura é uma vocação bela e fraca. O escritor tem amor mas não tem poder. Mas o político tem. Um político por vocação é um poeta forte: ele tem o poder de transformar poemas sobre jardins em jardins de verdade. A vocação política é transformar sonhos em realidade. É uma vocação tão feliz que Platão sugeriu que os políticos não precisam possuir nada: bastar-lhes-ia o grande jardim para todos. Seria indigno que o jardineiro tivesse um espaço privilegiado, melhor e diferente do espaço ocupado por todos. Conheci e conheço muitos políticos por vocação. Sua vida foi e continua a ser um motivo de esperança.
Vocação é diferente de profissão. Na vocação a pessoa encontra a felicidade na própria ação. Na profissão o prazer se encontra não na ação. O prazer está no ganho que dela se deriva. O homem movido pela vocação é um amante.
Faz amor com a amada pela alegria de fazer amor. O profissional não ama a mulher. Ele ama o dinheiro que recebe dela. É um gigolô.
Todas as vocações podem ser transformadas em profissões O jardineiro por vocação ama o jardim de todos. O jardineiro por profissão usa o jardim de todos para construir seu jardim privado, ainda que, para que isso aconteça, ao seu redor aumente o deserto e o sofrimento.
Assim é a política. São muitos os políticos profissionais. Posso, então, enunciar minha segunda tese: de todas as profissões, a profissão política é a mais vil. O que explica o desencanto total do povo, em relação à política. Guimarães Rosa, perguntado por Günter Lorenz se ele se considerava político, respondeu: "Eu jamais poderia ser político com toda essa charlatanice da realidade.... Ao contrário dos "legítimos" políticos, acredito no homem e lhe desejo um futuro. O político pensa apenas em minutos. Sou escritor e penso em eternidades. Eu penso na ressurreição do homem." Quem pensa em minutos não tem paciência para plantar árvores. Uma árvore leva muitos anos para crescer. É mais lucrativo cortá-las.
Nosso futuro depende dessa luta entre políticos por vocação e políticos por profissão. O triste é que muitos que sentem o chamado da política não têm coragem de atendê-lo, por medo da vergonha de serem confundidos com gigolôs e de terem de conviver com gigolês.
Escrevo para vocês, jovens, para seduzí-los à vocação política. Talvez haja jardineiros adormecidos dentro de vocês.
A escuta da vocação é difícil, porque ela é perturbada pela gritaria das escolhas esperadas, normais, medicina, engenharia, computação, direito, ciência. Todas elas, legítimas, se forem vocação. Mas todas elas afunilantes: vão colocá-los num pequeno canto do jardim, muito distante do lugar onde o destino do jardim é decidido. Não seria muito mais fascinante participar dos destinos do jardim?
Acabamos de celebrar os 500 anos do descobrimento do Brasil. Os descobridores, ao chegar, não encontraram um jardim. Encontraram uma selva. Selva não é jardim. Selvas são crueis e insensíveis, indiferentes ao sofrimento e à morte. Uma selva é uma parte da natureza ainda não tocada pela mão do homem.
Aquela selva poderia ter sido transformada num jardim. Não foi. Os que sobre ela agiram não eram jardineiros.
Eram lenhadores e madeireros. E foi assim que a selva, que poderia ter se tornado jardim para a felicidade de todos foi sendo transformada em desertos salpicados de luxuriantes jardins privados onde uns poucos encontram vida e prazer.Há descobrimentos de origens. Mais belos são os descobrimentos de destinos. Talvez, então, se os políticos por vocação se apossarem do jardim, poderemos começar a traçar um novo destino. Então, ao invés de desertos e jardins privados, teremos um grande jardim para todos, obra de homens que tiveram o amor e a paciência de plantar árvores à cuja sombra nunca se assentariam.
http://blogideiacerta.blogspot.com/
De todas as vocações, a política é a mais nobre. Vocação, do latim "vocare", quer dizer "chamado". Vocação é um chamado interior de amor: chamado de amor por um "fazer". No lugar desse "fazer" o vocacionado quer "fazer amor" com o mundo. Psicologia de amante: faria, mesmo que não ganhasse nada.
"Política" vem de "polis", cidade. A cidade era, para os gregos, um espaço seguro, ordenado e manso, onde os homens podiam se dedicar à busca da felicidade. O político seria aquele que cuidaria desse espaço. A vocação política, assim, estaria a serviço da felicidade dos os moradores da cidade.
Talvez por terem sido nômades no deserto, os hebreus não sonhavam com cidades; sonhavam com jardins. Quem mora no deserto sonha com oases. Deus não criou uma cidade. Ele criou um jardim. Se perguntássemos a um profeta hebreu "o que é política?", ele nos responderia, " a arte da jardinagem aplicada às coisas públicas".
O político por vocação é um apaixonado pelo grande jardim para todos. Seu amor é tão grande que ele abre mão do pequeno jardim que ele poderia plantar para si mesmo. De que vale um pequeno jardim se à sua volta está o deserto? É preciso que o deserto inteiro se transforme em jardim.
Amo a minha vocação, que é escrever. Literatura é uma vocação bela e fraca. O escritor tem amor mas não tem poder. Mas o político tem. Um político por vocação é um poeta forte: ele tem o poder de transformar poemas sobre jardins em jardins de verdade. A vocação política é transformar sonhos em realidade. É uma vocação tão feliz que Platão sugeriu que os políticos não precisam possuir nada: bastar-lhes-ia o grande jardim para todos. Seria indigno que o jardineiro tivesse um espaço privilegiado, melhor e diferente do espaço ocupado por todos. Conheci e conheço muitos políticos por vocação. Sua vida foi e continua a ser um motivo de esperança.
Vocação é diferente de profissão. Na vocação a pessoa encontra a felicidade na própria ação. Na profissão o prazer se encontra não na ação. O prazer está no ganho que dela se deriva. O homem movido pela vocação é um amante.
Faz amor com a amada pela alegria de fazer amor. O profissional não ama a mulher. Ele ama o dinheiro que recebe dela. É um gigolô.
Todas as vocações podem ser transformadas em profissões O jardineiro por vocação ama o jardim de todos. O jardineiro por profissão usa o jardim de todos para construir seu jardim privado, ainda que, para que isso aconteça, ao seu redor aumente o deserto e o sofrimento.
Assim é a política. São muitos os políticos profissionais. Posso, então, enunciar minha segunda tese: de todas as profissões, a profissão política é a mais vil. O que explica o desencanto total do povo, em relação à política. Guimarães Rosa, perguntado por Günter Lorenz se ele se considerava político, respondeu: "Eu jamais poderia ser político com toda essa charlatanice da realidade.... Ao contrário dos "legítimos" políticos, acredito no homem e lhe desejo um futuro. O político pensa apenas em minutos. Sou escritor e penso em eternidades. Eu penso na ressurreição do homem." Quem pensa em minutos não tem paciência para plantar árvores. Uma árvore leva muitos anos para crescer. É mais lucrativo cortá-las.
Nosso futuro depende dessa luta entre políticos por vocação e políticos por profissão. O triste é que muitos que sentem o chamado da política não têm coragem de atendê-lo, por medo da vergonha de serem confundidos com gigolôs e de terem de conviver com gigolês.
Escrevo para vocês, jovens, para seduzí-los à vocação política. Talvez haja jardineiros adormecidos dentro de vocês.
A escuta da vocação é difícil, porque ela é perturbada pela gritaria das escolhas esperadas, normais, medicina, engenharia, computação, direito, ciência. Todas elas, legítimas, se forem vocação. Mas todas elas afunilantes: vão colocá-los num pequeno canto do jardim, muito distante do lugar onde o destino do jardim é decidido. Não seria muito mais fascinante participar dos destinos do jardim?
Acabamos de celebrar os 500 anos do descobrimento do Brasil. Os descobridores, ao chegar, não encontraram um jardim. Encontraram uma selva. Selva não é jardim. Selvas são crueis e insensíveis, indiferentes ao sofrimento e à morte. Uma selva é uma parte da natureza ainda não tocada pela mão do homem.
Aquela selva poderia ter sido transformada num jardim. Não foi. Os que sobre ela agiram não eram jardineiros.
Eram lenhadores e madeireros. E foi assim que a selva, que poderia ter se tornado jardim para a felicidade de todos foi sendo transformada em desertos salpicados de luxuriantes jardins privados onde uns poucos encontram vida e prazer.Há descobrimentos de origens. Mais belos são os descobrimentos de destinos. Talvez, então, se os políticos por vocação se apossarem do jardim, poderemos começar a traçar um novo destino. Então, ao invés de desertos e jardins privados, teremos um grande jardim para todos, obra de homens que tiveram o amor e a paciência de plantar árvores à cuja sombra nunca se assentariam.
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Itaipulândia vai receber nova eleição em 40 dias
Em no máximo 40 dias deve ser realizada uma nova eleição em Itaipulândia, região oeste do Paraná. O Tribunal Superior Eleitoral considerou a atual vice-prefeita do município, Maria Odete Zinn, como inelegível. Segundo o Ministério Público, seis meses antes das eleições municipais de 2008, ela era proprietária de uma empresa que prestava serviços ao município, o que fere a legislação eleitoral. Com o isso, o TSE confirma que houve irregularidade na eleição da chapa do prefeito Lotário Oto Knob nas eleições de 2008. A chapa foi montada duas vezes por pessoas da mesma família, e nas duas vezes houve impugnação das candidaturas a vice prefeito, por serem ilegais.http://blogdajoice.com/joice/
Fim da aposentadoria de ex-governadores será votada na Assembleia
Ivan Santos do Blog Política em Debate
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que põe fim ao pagamento de aposentadoria para ex-governadores do Paraná será votada no Plenário da Assembleia Legislativa na sessão ordinária desta segunda-feira (18).
Após a apreciação da constitucionalidade da matéria, a emenda volta para a pauta da Ordem do Dia dez dias após a primeira discussão. A PEC, proposta pelo deputado Mauro Moraes (PSDB), retira da Constituição Estadual o parágrafo 5 do artigo 85, o qual prevê o pagamento de um subsidio equivalente ao teto constitucional, ou seja, uma generosa aposentadoria de aproximadamente R$24 mil.
Segundo o autor da emenda, “ao varrer da constituição essa aberração”, as aposentadorias que hoje são pagas com base na Lei Constitucional poderão ser canceladas. Graças ao amparo legal, o ex-governador Roberto Requião (PMDB) conseguiu reaver na justiça o direito ao beneficio, suspenso por um decreto assinado pelo governador Beto Richa (PSDB).
http://www.fabiocampana.com.br/
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que põe fim ao pagamento de aposentadoria para ex-governadores do Paraná será votada no Plenário da Assembleia Legislativa na sessão ordinária desta segunda-feira (18).
Após a apreciação da constitucionalidade da matéria, a emenda volta para a pauta da Ordem do Dia dez dias após a primeira discussão. A PEC, proposta pelo deputado Mauro Moraes (PSDB), retira da Constituição Estadual o parágrafo 5 do artigo 85, o qual prevê o pagamento de um subsidio equivalente ao teto constitucional, ou seja, uma generosa aposentadoria de aproximadamente R$24 mil.
Segundo o autor da emenda, “ao varrer da constituição essa aberração”, as aposentadorias que hoje são pagas com base na Lei Constitucional poderão ser canceladas. Graças ao amparo legal, o ex-governador Roberto Requião (PMDB) conseguiu reaver na justiça o direito ao beneficio, suspenso por um decreto assinado pelo governador Beto Richa (PSDB).
http://www.fabiocampana.com.br/
Acusado de matar prefeito de Itaipulândia
Do G1
O julgamento de Tiago Pereira Maciel, acusado de atirar e matar o prefeito de Itaipulândia, Vendelino Royer em 2008, aconteceu nesta quarta-feira (13). A sentença condenou Tiago a 28 anos e seis meses de prisão em regime fechado. Três pessoas já haviam sido condenadas e duas absolvidas em 2010.
Royer tinha 46 anos e foi morto em oito de julho de 2008 com quatro tiros à queima-roupa, logo depois de sair de uma reunião na área rural de Itaipulândia, no Oeste do Paraná. O então prefeito estaria entrando no carro oficial quando foi abordado por duas pessoas em uma moto que dispararam quatro vezes.
Tiago Maciel, de 22 anos, foi o sexto envolvido no crime a ir a julgamento. Ele permaneceu foragido da data do crime até maio de 2009, quando foi preso em Santa Catarina depois de assaltar uma joalheria. http://www.fabiocampana.com.br/
O julgamento de Tiago Pereira Maciel, acusado de atirar e matar o prefeito de Itaipulândia, Vendelino Royer em 2008, aconteceu nesta quarta-feira (13). A sentença condenou Tiago a 28 anos e seis meses de prisão em regime fechado. Três pessoas já haviam sido condenadas e duas absolvidas em 2010.
Royer tinha 46 anos e foi morto em oito de julho de 2008 com quatro tiros à queima-roupa, logo depois de sair de uma reunião na área rural de Itaipulândia, no Oeste do Paraná. O então prefeito estaria entrando no carro oficial quando foi abordado por duas pessoas em uma moto que dispararam quatro vezes.
Tiago Maciel, de 22 anos, foi o sexto envolvido no crime a ir a julgamento. Ele permaneceu foragido da data do crime até maio de 2009, quando foi preso em Santa Catarina depois de assaltar uma joalheria. http://www.fabiocampana.com.br/
Recurso de Elton Welter é julgado hoje
O Tribunal de Justiça do Paraná julga hoje o recurso impetrado pelo petista Elton Welter, primeiro suplente de deputado estadual da coligação PT/PMDB/PDT nas eleições de 2010. O petista trava uma disputa judicial com Gilberto Martin pela cadeira de Luiz Cláudio Romanelli, que pediu licença para ocupar o cargo de Secretário do Trabalho.
Essa dança das cadeiras começou em fevereiro. Welter foi empossado e no mesmo mês teve que deixar o cargo por força de liminar do TJ favorável a Martin. A decisão foi tomada com base em sentença do Supremo Tribunal Federal de que o mandato pertence ao partido e não à coligação. http://www.fabiocampana.com.br/
domingo, 10 de abril de 2011
07 DE ABRIL DIA DO JORNALISTA
Ser jornalista é ir além da profissão…
Jornalista não fala – informa
Não passeia – viaja a trabalho;
Não conversa – entrevista;
Não faz lanche – almoça em horário incomum;
Não é chato – é crítico;
Não tem olheiras – tem marcas de guerra;
Não se confunde – perde a pauta;
Não esquece de assinar – é anônimo;
Não se acha – ele já é reconhecido;
Não influencia – forma opinião;
Não conta história – reconstrói;
Não omite fatos – edita-os;
Não pensa em trabalho – vive o trabalho;
Não vai a festas – faz cobertura;
Não acha – tem opinião;
Não fofoca – transmite informações inúteis;
Não pára – pausa;
Não mente – equivoca-se;
Não chora – se emociona;
Não some – trabalha em off;
Não lê – busca informação;
Não traz novidade – dá furo de reportagem;
Não tem problema – tem situação;
Não tem muitos amigos – tem muitos contatos;
Não briga – debate;
Não usa veículo – mas sim carro;
Não é esquecido – é eternizado pela crítica;
Jornalista não morre – coloca um ponto final!
Jornalista não fala – informa
Não passeia – viaja a trabalho;
Não conversa – entrevista;
Não faz lanche – almoça em horário incomum;
Não é chato – é crítico;
Não tem olheiras – tem marcas de guerra;
Não se confunde – perde a pauta;
Não esquece de assinar – é anônimo;
Não se acha – ele já é reconhecido;
Não influencia – forma opinião;
Não conta história – reconstrói;
Não omite fatos – edita-os;
Não pensa em trabalho – vive o trabalho;
Não vai a festas – faz cobertura;
Não acha – tem opinião;
Não fofoca – transmite informações inúteis;
Não pára – pausa;
Não mente – equivoca-se;
Não chora – se emociona;
Não some – trabalha em off;
Não lê – busca informação;
Não traz novidade – dá furo de reportagem;
Não tem problema – tem situação;
Não tem muitos amigos – tem muitos contatos;
Não briga – debate;
Não usa veículo – mas sim carro;
Não é esquecido – é eternizado pela crítica;
Jornalista não morre – coloca um ponto final!
Polícia investiga morte de índia em São Miguel do Iguaçu
Uma índia de 22 anos foi morta enforcada com uma corda de tênis na madrugada de sábado para domingo (10), em São Miguel do Iguaçu, município da região de Foz do Iguaçu, na fronteira. O corpo foi levado de moto até o lago de Itaipu e jogado próximo a um porto de pescadores. As informações são dos investigadores da Polícia Civil.
Um índio de 21 anos foi preso, suspeito do homicídio. A denúncia foi feita pelo cacique da tribo, que foi quem chamou a polícia. Um outro índio teria ajudado no crime, mas não foi ouvido porque fugiu.
Via G1
Um índio de 21 anos foi preso, suspeito do homicídio. A denúncia foi feita pelo cacique da tribo, que foi quem chamou a polícia. Um outro índio teria ajudado no crime, mas não foi ouvido porque fugiu.
Via G1
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Do eBand
Um menino de 13 anos que estava internado no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, na Baixada Fluminense, não resistiu aos ferimentos e morreu. O garoto, cuja identidade ainda não foi divulgada, é a 12ª vítima do massacre na Escola Municipal Tasso de Silveira, de Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, entrou no colégio e passou a atirar em crianças que estavam em aula. Munido de dois revólveres e carregadores automáticos com muita munição, ele matou outros 11 alunos, feriu pelo menos 13 e se suicidou.
No momento do crime, a PM cercou a escola com ao menos dez carros. O Corpo de Bombeiros encaminhou seis ambulâncias ao local para atender os feridos, que foram encaminhados para hospitais da região. http://blogdajoice.com/joice/
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Com novo Fies, ‘só não estuda quem não quer’, diz Dilma
da Agência Estado
A presidente Dilma Rousseff destacou hoje, no programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”, o financiamento do governo para a formação superior de estudantes em escolas particulares. Dilma disse que, com as novas regras do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), “só não estuda quem não quer”. Também afirmou que, desde a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo tem feito um “enorme esforço” para levar jovens à universidade.
“Um país é o resultado da educação que oferece às suas crianças e aos seus jovens. É nisso que eu e meu governo estamos trabalhando todos os dias.”
A presidente destacou que desde 31 de janeiro, quando as inscrições no Fies foram abertas, cerca de 34 mil alunos contrataram o financiamento estudantil e mais 29 mil contratos estão em análise. Dilma disse que os juros de 3,4% ao ano oferecidos pelo programa são baixos e que o pagamento só tem início um ano e meio após a formatura do aluno.http://esmaelmorais.com.br/
A presidente Dilma Rousseff destacou hoje, no programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”, o financiamento do governo para a formação superior de estudantes em escolas particulares. Dilma disse que, com as novas regras do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), “só não estuda quem não quer”. Também afirmou que, desde a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo tem feito um “enorme esforço” para levar jovens à universidade.
“Um país é o resultado da educação que oferece às suas crianças e aos seus jovens. É nisso que eu e meu governo estamos trabalhando todos os dias.”
A presidente destacou que desde 31 de janeiro, quando as inscrições no Fies foram abertas, cerca de 34 mil alunos contrataram o financiamento estudantil e mais 29 mil contratos estão em análise. Dilma disse que os juros de 3,4% ao ano oferecidos pelo programa são baixos e que o pagamento só tem início um ano e meio após a formatura do aluno.http://esmaelmorais.com.br/
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