sexta-feira, 31 de julho de 2009

Comissão levará proposta ao MEC para resolver impasse dos diplomas da Vizivali

A busca de uma solução para o registro dos diplomas de cerca de 35 mil professores que concluíram o Programa de Capacitação para Docentes da Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu (Vizivali), terá novos rumos nas próximas semanas.
A comissão especial que defende o caso no Paraná, coordenada pelo deputado estadual Péricles de Mello (foto), do PT, levará ao Ministério da Educação a proposta de que registre os diplomas de acordo com as diretrizes do Programa de Curso Normal Superior para séries iniciais, ou se necessário, que seja aprovada uma complementação reconhecendo as horas-aulas da Vizivali, o que daria aos professores, neste caso, o diploma de pedagogia plena.
Essas propostas foram formalizadas durante uma mobilização realizada em Santa Tereza do Oeste, município próximo a Cascavel, na última quinta-feira, dia 30, que reuniu cerca de 300 professores da região Sudoeste e Oeste do Paraná, lideranças políticas, secretários Municipais de Educação e vereadores.
“Vamos mostrar ao Ministro Fernando Haddad que o MEC pode ajudar a colocar um ponto final nesse caso que aflige milhares de professores e está prejudicando a educação no Paraná”, afirma Péricles, presente na mobilização.
Segundo o deputado, a ideia é de que, definida a complementação, ela seja ofertada por uma instituição federal de ensino superior, na modalidade a distancia, com duração de cerca de um ano e uma grade de 800 a 1000 horas-aulas.
Professores participantes do Programa estão espalhados por todo Paraná, o que inviabiliza uma complementação presencial. O grupo vai sugerir que essa complementação também possa ser contemplada pelo Plano Nacional de Formação dos Professores do MEC, desde que se aproveitem as matérias já cursadas pelos professores.
Péricles espera ainda que o Supremo Tribunal Federal julgue improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), ajuizada pelo governo do Estado, contra a lei estadual 16.109/2009 de autoria do deputado, que determina o registro dos diplomas dos participantes do Programa da Vizivali.
“Vamos continuar mobilizados em todo Paraná para fortalecer nossa luta e mostrar que a falta dos diplomas coloca em risco a permanência dos professores em sala de aula”, enfatiza Péricles. Há mobilizações programadas em Palotina, Guarapuava, Londrina e Maringá.
A agenda do Ministério da Educação será em agosto com data a definir. Os membros da comissão formada na região Sudoeste irão se juntar à comissão especial já formada na Assembleia para ir a Brasília. Péricles salienta que os senadores Flávio Arns (PT) e Osmar Dias (PDT) e a Associação dos Municípios do Paraná também apoiam as reivindicações em busca do fim do impasse gerado no Paraná.
A professora Eunice Alberton, coordenadora da comissão do Sudoeste, diz que a instabilidade causada pela espera dos registros dos diplomas acaba prejudicando o rendimento do professor em sala de aula. “Precisamos que o sistema educacional de um parecer definitivo sobre o caso para que possamos levar adiante nossa vida acadêmica”, justifica Alberton.
Histórico
Péricles destaca que os professores se inscreveram no Programa com as melhores das intenções, pois estavam assegurados pelo Conselho Estadual de Educação do Paraná, que autorizou o credenciamento da Vizivali para ofertar o Programa a partir de 2003, prorrogado pelo próprio Conselho para ser oferecido a mais turmas. A Vizivali ofertou as aulas em parceria com a empresa Inteligência Educacional e Sistemas de Ensino (Iesde), responsável pela operacionalização do Programa. Os professores foram capacitados para atuarem nas séries iniciais do ensino fundamental.
O deputado complementa que o Conselho Nacional de Educação chegou a emitir dois pareceres favoráveis à proposta do Conselho Estadual em oferecer as aluas no sistema semipresencial. Mas o mesmo Conselho Nacional reformulou sua decisão e publicou o parecer 139 de 2007, após a formação das turmas, concluindo que não cabia ao Conselho Estadual legislar sobre a questão, o que acabou gerando o problema.
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Assessoria de Imprensa
Luis Otávio Dias DRT/PR 5871
41 9621-2141 / 3350-4250

Desesperado, Arthur Virgílio parte para o tudo ou nada. Assista




O senador tucano Arthur Virgílio entrou na linha de tiro e será investigado por ter autorizado um assessor a continuar recebendo salários do Senado, enquanto morava no exterior, por 18 meses, sem trabalhar. O parlamentar do PSDB pode perder o mandato por causa disso.

Virgílio terá de devolver aos cofres públicos R$ 210 mil. Ele assegura que já devolveu R$ 60 mil, dinheiro oriundo da venda de um terreno da mulher.

O assessor fantasma foi demitido em outubro do ano passado, em meio ao cumprimento da decisão judicial antinepotismo. Ele é filho do subchefe de gabinete de Arthur Virgílio, Carlos Homero Nina.

O senador do PSDB, acuado, distribuiu acusações contra “metade” do Senado. Disse ele que enfrenta uma máfia sozinho. http://www.esmaelmorais.com.br/

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Cidade abandonada - Lourenço e Lourival



Atendendo a pedidos tai o clip da música. Qualquer semelhança é mera coincidência !!! http://meiradopt.blogspot.com/

O papel do vereador

O vereador possui um papel importantíssimo no município em que atua. Ele é o elo entre a população e o poder Legislativo. Seu papel é o de mostrar os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes. Mas não é só isso. Cabe-lhe também a sagrada função de fiscalizar as contas do poder Executivo municipal, os atos do prefeito, denunciando o que estiver ilegal ou imoral à população e aos órgãos competentes. Portanto, o vereador é o fiscal do dinheiro público.Vereador deve ser independente, atuante, polêmico, e deve sempre ter a coragem de concordar com o que considerar certo e discordar do que considerar que esteja errado. Deve agir com conhecimento e desarmado de ódios ou rancores. Exatamente por ser um “fiscal do povo”, não deve atrelar-se a prefeitos ou outras autoridades por meio de “favores”, caso contrário, sua função estará sendo deturpada.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Dr. Rosinha contesta direitona: “acordo de Itaipu foi bom para o Paraguai e para o Brasil”

Dr. Rosinha defende acordo de Itaipu.O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) contestou a direita e setores da mídia brasileira, que está criticando o acordo firmado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o homólogo paraguaio, Fernando Lugo.
Para o parlamentar petista, ao invés de erguer muros em suas fronteiras, o Brasil demonstrou solidariedade que vai permitir ao vizinho ampliar seus programas sociais.
Rosinha esclareceu que, ao contrário do que dizem muitas manchetes pelo país, o Brasil não propõe triplicar o valor pago pela energia de Itaipu comprada do Paraguai. A tarifa de Itaipu não muda: permanecerá em US$ 43,80 por megawatt hora.
Segundo o deputado do PT, a proposta visa corrigir o valor da remuneração pela cessão da energia paraguaia, que passaria de US$ 3,17 para US$ 9,51 o megawatt hora. A triplicação dessa taxa garantiria US$ 240 milhões extras ao orçamento do país vizinho.
Dr. Rosinha reafirmou o que o governo brasileiro já vinha garantindo: “o consumidor de energia não será afetado pelo acordo, e que o Tesouro irá recalcular os juros da dívida de Itaipu”. http://www.esmaelmorais.com.br/

segunda-feira, 27 de julho de 2009

QUERO MEU DIPLOMA DE VOLTA

Tramita na Câmara dos Deputados, proposta do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) que restabelece a exigência do diploma para o exercício de jornalismo. O Projeto de Lei (PL) ganhou o nº 5592/09, que dá nova regulamentação á profissão de jornalista. Em 17 de junho, o Supremo Tribunal Federal considerou que essa exigência, prevista pelo Decreto-Lei 972/69, não se harmonizava com a atual Constituição. A proposta considera atividade jornalística o exercício habitual e remunerado de atividade intelectual ou de informação em meios de comunicação.ATIVIDADESA proposta prevê as seguintes atividades para os jornalistas: - redação e edição de matéria jornalística, seja opinativa ou não, comentário ou crônica;- entrevista ou reportagem;- planejamento, organização, direção e eventual execução de serviços técnicos de jornalismo, como os de arquivo, ilustração ou distribuição gráfica ou digital de matéria a ser divulgada;- planejamento, organização e administração técnica dos serviços de edição, coleta de notícias ou informações e seu preparo para divulgação;- revisão e organização e conservação de arquivo jornalístico e pesquisa.- execução da distribuição gráfica ou digital de texto, fotografia ou ilustração de caráter jornalístico, para fins de divulgação;- execução de desenhos artísticos, de computação gráfica e técnicos, de caráter jornalístico, para fins de divulgação; e- o ensino de técnicas jornalísticas.EMPRESA JORNALÍSTICAA proposta define como empresa jornalística aquelas que tenham como atividade a edição de jornal ou revista, a distribuição de noticiário e registro legal. Equiparam-se a elas as empresas de radiodifusão, televisão ou divulgação cinematográfica, ou de agência de publicidade, ou sítios de internet ou outros meios de acesso onde sejam exercidas as atividades de informação.O serviço público a as empresas não jornalísticas que façam publicaçõespara público externo também deverão exigir o diploma profissional. O projeto de lei permite o estágio em jornalismo, hoje proibido. Ele poderá ser realizado por alunos do último ano de curso superior de jornalismo, comunicação social ou equivalente.JORNADAA proposta mantém a jornada de trabalho de cinco horas e determina que os sindicatos poderão prever, em acordo ou convenção coletiva de trabalho, ou sentença normativa da Justiça do Trabalho a remuneração pelo uso peladivulgação de trabalho produzido por jornalista em mais de um veículo de comunicação coletiva.Também poderão obter o registro de jornalista as pessoas que comprovarem o exercício da profissão por dois anos consecutivos ou quatro intercalados, em qualquer das atividades descritas pela lei.http://blogdomaleski.blogspot.com/

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Greve na Petrobras e Fosfértil deve terminar nesta sexta-feira

Cerca de 10 mil operários das empresas terceirizadas que prestam serviços à refinaria Getúlio Vargas (Repar), da Petrobras, e à empresa de fertilizantes Fosfértil, ambas localizadas em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, devem retornar ao trabalho nesta sexta-feira (24) depois de uma greve que durou 16 dias.
Uma assembleia que será conduzida amanhã de manhã pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro) deverá referendar os termos do acordo fechado com as empresas.
Informações extra-oficiais apontam que houve vitória dos trabalhadores diante da pauta de reivindicação apresentada numa mesa de negociações na tarde desta quinta-feira (23).
“Fechamos um bom acordo”, adiantou um dirigente sindical.
A adesão à greve foi de 100% e atingiu as 31 empresas que prestam serviços à Repar e Fosfértil. http://www.esmaelmorais.com.br/

Funcionária da prefeitura de Barbosa Ferraz é suspeita de ligação com assassinato do prefeito

A Polícia Civil de Barbosa Ferraz trabalha com várias hipóteses para o assassinato do prefeito Mário Cesar Lopes de Carvalho (foto), do PMDB. Hipóteses que vão desde assassinato por motivação política até um crime passional.
Uma funcionária da prefeitura do município, suspeita de ter relação com o assassinato do prefeito, foi ouvida hoje à tarde. A moça tem 22 anos e trabalha no setor de licitação da prefeitura. A polícia não explicou porque suspeita da funcionária.
A polícia também está rastreando as últimas ligações recebidas pelo prefeito. Outra pista é uma pick-up encontrada a 10 quilômetros do local do crime, que está sendo examinada por uma equipe da Policia Científica.http://www.fabiocampana.com.br/

segunda-feira, 20 de julho de 2009